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Tinha sido assim frente à Académica, voltou a sê-lo com o Belenenses: o FC Porto deu quarenta e cinco minutos ao adversário. Não é habitual que os portistas o façam, convenhamos. Jogando em casa, como aconteceu nestas duas situações, torna-se ainda mais estranho. Perguntemos, então: o que é feito da equipa forte, pressionante, que empurrava o adversário para a sua área? No lugar da resposta está um gigantesco ponto de interrogação. Uma certeza, porém, é que não foi essa equipa que se apresentou no relvado. Bem pelo contrário: sem ideias, sem profundidade, sem perigo para as balizas contrárias. No primeiro jogo, a exibição foi apagada pela vitória. Agora, à segunda, culminou num empate. Era por demais evidente.
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